

Redução atinge emendas não obrigatórias do Congresso e integra ajuste fiscal previsto no Orçamento de 2026
O Governo Federal do Brasil anunciou o corte de R$ 6,4 bilhões em emendas parlamentares não obrigatórias previstas no Orçamento de 2026. A medida integra o processo de ajuste das contas públicas e impacta recursos indicados por parlamentares para execução de projetos e ações em diferentes áreas.
De acordo com informações divulgadas em 30 de janeiro de 2026, o corte incide sobre emendas que não possuem execução impositiva, ou seja, aquelas cuja liberação depende de decisão do Executivo. O ajuste ocorre durante a consolidação do Orçamento e reflete a necessidade de adequação fiscal diante das metas estabelecidas para o próximo exercício.
As emendas parlamentares são instrumentos utilizados por deputados e senadores para direcionar recursos a estados, municípios e entidades. No entanto, parte desses valores pode ser revista durante a tramitação orçamentária ou na fase de execução, especialmente em cenários de restrição fiscal.
A redução de recursos pode afetar projetos locais financiados por emendas, sobretudo em áreas como infraestrutura, saúde e desenvolvimento regional. Para o governo, a medida é apresentada como necessária para preservar o equilíbrio das contas públicas e garantir a execução das despesas consideradas prioritárias.
No âmbito do Congresso Nacional, o tema tende a gerar debate entre parlamentares, que acompanham a recomposição ou redistribuição dos recursos ao longo da execução orçamentária.
Serviço ao leitor:
O acompanhamento da execução do Orçamento da União pode ser feito por meio de portais oficiais de transparência, que detalham a destinação e a liberação de recursos federais, incluindo emendas parlamentares.
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