Com 250 mil km de extensão, os Estados Unidos lideram com ampla vantagem — uma malha construída para cargas em escala continental.
Logo atrás, China e Rússia combinam volume e estratégia, conectando regiões gigantes e impulsionando suas economias.
A Índia se destaca pela capilaridade, essencial para movimentar milhões de passageiros diariamente.
Já Canadá, Alemanha e Austrália mostram como os trilhos sustentam desde corredores industriais até longas rotas de exportação.
Na América do Sul, Brasil e Argentina aparecem no ranking, enquanto a África do Sul fecha a lista.
No fim, a lógica é clara: quanto maior e mais eficiente a malha ferroviária, maior a capacidade de mover riqueza.
Post de Tráfego Aéreo Brasil


