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Filha de Paulo Cupertino tem obrigação moral e cidadã de ser a principal algoz do seu pai no Tribunal de Júri

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Todo e qualquer sentimento é imensurável, ou seja, não podemos medir e nem quantificar a dor ou felicidade do indivíduo. 

Diante das circunstâncias e evidências do inquérito policial, não restam dúvidas, o assassino da família pacífica e ordeira, está atrás das grades e por lá, permanecerá por um longo período.

O Estado Brasileiro não permite pena perpétua, em outras palavras, o indivíduo delituoso, somente poderá permanecer na cadeia por 30 anos.

Qualquer apenado no Brasil desde que cumpra algumas medidas impostas na cadeia, terá benesses do Estado, progressão de regime.

Ao longo de sua existência, o Jornal Policial já recebeu vários questionamentos dos leitores sobre as penas acima de 30 anos aplicadas no Brasil, sendo que o limite legal é o mencionado acima, aproveitando o clamor dos fatos, a Redação vai explicar a regra.

Quando o indivíduo X é sentenciado a uma pena de 30 anos, ele permanecerá praticamente um pouco mais da metade, claro, “obedecendo” aos critérios mencionados nesta matéria, agora, caso o mesmo cidadão pegue 100 anos, será forçado a cumprir os 30 anos, mesmo que demonstre ser “bonzinho” para o Estado e o Sistema.

No primeiro parágrafo, os sentimentos positivos ou negativos, foram tratados de forma subjetiva, entretanto, a dor dos que restaram da família de Rafael Miguel, é extremamente objetiva, cruel e sem precedentes, será uma grande lacuna para o infinito.

Isabela Tibcherani, tem o dever Cívico e moral de candidatar-se como primeira testemunha de acusação do Júri do Pai e contribuir totalmente para o fluir do processo, não tendo direito de alegar nada contrário, apenas demonstrando boa vontade e o senso de justiça para um crime tão bárbaro e cruel.

Isabela publicou uma nota em suas redes sociais, vamos destacar um pequeno trecho;

 

Tenho medo de precisar reviver tudo que senti na época do crime”.

EDITORIAL

O Jornal Policial entende que não é momento de neutralidade e imparcialidade, pois, todas, todas, sem exceção, ferramentas de acusação, devem ser usadas e demonstradas no curso do processo, principalmente nos dias em que o Conselho de sentença tiver formado.

Caso haja soluços, sobressaltos ou dúvidas, arrisca-se não ter a pena justa para um homicida contumaz e frio, consequentemente, o referido meliante sairá sorrindo do Tribunal, como fez ontem, zombando da cara da Sociedade.

 

REDAÇÃO JP.

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